Há alguns anos e cada vez mais, toda eleição é a mesma coisa: candidatos usam os direitos de meninas, mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+ como palanque. Não por meio de propostas construtivas ou focadas em avançar na garantia de direitos, mas pela disseminação de mentiras, desinformação e ameaças às poucas conquistas que alcançamos. Do kit gay aos ataques ao aborto legal, durante o período eleitoral, aquilo que é importante para nós, como o direito de existir e a justiça reprodutiva, torna-se alvo de candidatos que buscam disseminar o pânico para conquistar votos.
Não estamos falando apenas de mentiras isoladas que aparecem durante alguns meses de campanha. Existe uma infraestrutura permanente de produção e circulação de narrativas antigênero e racistas que ganha intensidade justamente em momentos de maior disputa política. Elas impactam a opinião pública, reforçam estereótipos e apresentam populações já vulnerabilizadas como ameaças a serem eliminadas.
Saiba mais na matéria completa.
