Cristian Góes havia construído uma reputação como colunista que não temia criticar as figuras mais poderosas de Sergipe.
Ele escrevia para o pequeno veículo independente Infonet, sediado em Aracaju, capital litorânea do estado. Até que, um dia, decidiu tentar algo diferente da cobertura factual.
Góes escreveu uma breve obra de ficção que remonta ao Brasil do início do século XX, quando o poder político estava concentrado nas mãos de oligarquias locais sob o coronelismo. Ele escreveu a história intitulada “Eu, o coronel em mim”, em primeira pessoa, a partir da perspectiva de um coronel contemporâneo e sem nome, incomodado com a necessidade de respeitar as regras democráticas.
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