Com tanto conteúdo disponível on-line – podcasts, plataformas de vídeo, canais de influenciadores, incontáveis redes sociais – fica difícil saber no que prestar atenção. Para um grupo de estudiosos, porém, esse caos não é mero acidente da era moderna, nem uma aflição puramente individual. É um fenômeno sistêmico e coletivo, produzido deliberadamente pela ação das “big techs”.
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