Um dia após violência policial, PM reafirma práticas e entidades civis protestam

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Fonte: El País

Foram quatro horas de caminhada pacífica pelos cinco quilômetros que ligam a avenida Paulista ao Largo da Batata, em São Paulo, no protesto contra o Governo do presidente Michel Temer no domingo, dia 4. No trajeto, manifestantes enchiam os pulmões para gritar melodiosamente “que coincidência, não tem polícia, não tem violência”. Mas houve violência. Quando a marcha já tinha acabado, a Polícia Militar usou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar a multidão já de saída. Oficialmente, a corporação afirma ter reagido a atos de vandalismo, ainda que a reportagem do EL PAÍS e outros órgãos da imprensa presentes no local não tenham testemunhado nenhum episódio relevante e que vídeos publicados na redes sociais coloquem em xeque a versão. Mas se houve depredação, como reafirmou nesta segunda-feira o governador Geraldo Alckmin(PSDB), não haveria outra forma de lidar com a situação sem expor a riscos os demais manifestantes (cerca de 100.000, segundo os organizadores, ou 30.000, segundo a polícia)?

Veja a íntegra da matéria: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/09/05/politica/1473106652_985432.html

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