Fazer jornalismo no Brasil continua gerando perseguição e não há uma melhoria estrutural nas condições de segurança em 2025 na comparação com um ano antes. Essa é a conclusão da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) no relatório “Ataques gerais e violência de gênero contra jornalistas no Brasil” que registrou nacionalmente 204 alertas de ataques contra jornalistas e meios de comunicação no ano passado. Os principais alvos, 68,6% do total, foram pessoas físicas, jornalistas ou analistas.
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