A proposta em discussão no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de permitir que pessoas possam impulsionar –por meio de pagamento– críticas a governos em suas redes sociais, antes da campanha oficial, pode gerar desequilíbrio no pleito, avaliam especialistas em direito digital e advogados eleitoralistas ouvidos pela Folha.
Essa sugestão consta em minuta apresentada pelo vice-presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques, em meio ao processo de atualização das resoluções que regerão a eleição deste ano. As versões finais deverão ser aprovadas até 5 de março, após votação pelo plenário do tribunal.
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