A inteligência artificial é um dilema debatido entre jornalistas de todo o mundo. Com o declínio na confiabilidade da imprensa e a popularização do uso das ferramentas, a discussão sobre como a tecnologia continuará a impactar de diferentes maneiras a forma de fazer jornalismo se torna cada vez mais urgente.
Apesar de utilizar o verbo no futuro, sabe-se que as ferramentas generativas já fazem parte do cotidiano de parcela da população, seja na imprensa ou fora dela — quase metade dos brasileiros com acesso à internet incluíram o ChatGPT e o Gemini na rotina. Dentro das redações, veículos como Estadão e Folha de S.Paulo criaram comitês e códigos de conduta para o uso de IA. A transparência de como esse uso é feito pelos jornais foi desdobrada no artigo da pesquisadora Kalianny Bezerra, doutora em Jornalismo pelo PPGJOR/UFSC e integrante do objETHOS.
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