Neste ano, muitas pessoas poderão decidir em quem votar após perguntar a ferramentas de inteligência artificial generativa sobre candidaturas e partidos. Essa nova forma de acesso à informação oferece respostas geradas por sistemas opacos, sem fontes nítidas e mecanismos de fiscalizaçaão ou responsabilização.
Apesar disso, as propostas de mudança nas regras eleitorais apresentadas pelo Tribunal Superior Eleitoral não contemplam diretrizes específicas sobre os riscos da IA generativa para a integridade eleitoral. A resolução sobre propaganda (23.610/2019) veda deepfakes e exige rotulagem de conteúdos audiovisuais sintéticos, mas não trata das informações produzidas por esses modelos quando usados pelo eleitorado como fonte de informação político-eleitoral.
Saiba mais na matéria completa.
